Dilemário propõe agenda política para câmara municipal

O vereador Dilemário Alencar (PSB) usou a tribuna na manhã desta quinta-feira para propor que a Câmara Municipal elabore e siga uma pauta de discussão política sobre os grandes temas que interessam ao conjunto da sociedade cuiabana. “Essa pauta poderia ser confeccionada no início de cada semestre, quando a Mesa Diretora acolhesse sugestões de lideranças e entidades da sociedade civil organizada, bem como dos vereadores. Cada assunto poderia ser discutido por uma frente pluripartidária que teria a incumbência também de encaminhar sugestões”, sugeriu Dilemário. O vereador se reportou a atual rotina da Câmara Municipal, que realiza duas sessões por semana, ao contrário da Assembléia Legislativa, que realiza quatro no mesmo período. “Não é possível que um vereador receba R$ 7,1 mil reais de salário e só compareça na câmara duas vezes por semana. A população está atenta e tem nos cobrado mais empenho na discussão de assuntos verdadeiramente relevantes e que venham de encontro às necessidades e ansiedades de toda a coletividade”, disse. O vereador cita como exemplo para a agenda política temas ligados ao trânsito, à violência, às políticas públicas nas áreas de saúde e educação, regularização fundiária urbana, o aumento no repasse do ICMS e também o regimento interno da câmara e a lei orgânica do município. “A atual Mesa Diretora já tem dado provas de que pretende implementar mudanças sérias e nós acreditamos que ela tem tudo para se consolidar como um divisor de águas, basta que saiba interpretar os verdadeiros anseios da comunidade”, ponderou. Dilemário afirmou ainda que espera e lutará para que a Câmara Municipal de Cuiabá se transforme no grande palco de discussão sobre os problemas mais graves que afligem a população cuiabana. “Um dos nossos grandes problemas, por exemplo, é o do trânsito: com o crescimento acelerado que verificou-se nos últimos anos, a cidade se transformou na quinta capital com trânsito mais violento em todo o país. A câmara municipal precisa discutir essa temática e sugerir a adoção de mecanismos que revertam essa tendência”, afirmou Dilemário.
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