Dia mundial das Doenças Raras é lembrado na Tribuna Livre


Nesta terça-feira (28) é comemorado o Dia Mundial das Doenças Raras, e para lembrar dessa data e seu significado participou da Tribuna Livre, no Plenário da Câmara Municipal de Cuiabá, o presidente da Associação de Pacientes com Doenças Raras de Mato Grosso, Anderson Barbalho, convidado pela vereadora Maysa Leão (Republicanos).&nbsp

Barbalho durante sua fala na Tribuna solicitou aos vereadores para que tenham um olhar diferenciado para os portadores dessas doenças, que precisam de cuidados especiais.&nbsp

‘Dia Mundial e Dia Nacional das Doenças Raras’&nbsp

A data foi criada em 2008 pela Organização Europeia de Doenças Raras (Eurordis) para sensibilizar governantes, profissionais de saúde e população sobre a existência e os cuidados com essas doenças. O objetivo é levar conhecimento e buscar apoio aos pacientes, além do incentivo às pesquisas para melhorar o tratamento. No Brasil, a data foi instituída pela Lei nº 13.693/2018.

As doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição. Manifestações relativamente frequentes podem simular doenças comuns, dificultando o seu diagnóstico, causando elevado sofrimento clínico e psicossocial aos afetados, bem como para suas famílias.

Abaixo, algumas das doenças consideradas raras:

– Acromegalia
– Anemia aplástica, mielodisplasia e neutropenias constitucionais
– Angioedema
– Aplasia pura adquirida crônica da série vermelha
– Artrite reativa
– Biotinidase
– Deficiência de hormônio do crescimento – hipopituitarismo
– Dermatomiosite e polimiosite
– Diabetes insípido
– Distonias e espasmo hemifacial
– Doença de Crohn
– Doença falciforme
– Doença de Gaucher
– Doença de Huntington
– Doença de Machado-Joseph
– Doença de Paget – osteíte deformante
– Doença de Wilson
– Epidermólise bolhosa
– Esclerose lateral amiotrófica
– Esclerose múltipla
– Espondilite ancilosante
– Febre mediterrânea familiar
– Fenilcetonúria
– Fibrose cística
– Filariose linfática
– Hemoglobinúria paroxística noturna
– Hepatite autoimune
– Hiperplasia adrenal congênita
– Hipertensão arterial pulmonar
– Hipoparatireoidismo
– Hipotireoidismo congênito
– Ictioses hereditárias
– Imunodeficiência primária com predominância de defeitos de anticorpos
– Insuficiência adrenal congênita
– Insuficiência pancreática exócrina
– Leucemia mielóide crônica (adultos)
– Leucemia mielóide crônica (crianças e adolescentes)
– Lúpus eritematoso sistêmico
– Miastenia gravis
– Mieloma múltiplo
– Mucopolissacaridose tipo I
– Mucopolissacaridose tipo II
– Osteogênese imperfeita
– Púrpura trombocitopênica idiopática
– Sarcoma das partes moles
– Síndrome hemolítico-urêmica atípica (Shua)
– Síndrome de Cushing
– Síndrome de Guillain-Barré
– Síndrome de Turner
– Síndrome nefrótica primária em crianças e adolescentes
– Talassemias
– Tumores neuroendócrinos (TNEs).
Fonte: Associação Brasileira de Doenças Raras

Secom/ Câmara Municipal de Cuiabá&nbsp
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