Câmara derruba vetos e aprova requerimentos na sessão desta quinta

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Entre as proposituras está o&nbsp projeto de lei de autoria do vereador Diego Guimarães (Cidadania) que dispõe sobre a inclusão no calendário cultural do município a festa de São Pedro e outro que dá a denominação de “Rua Ênio Luiz Caldart”, à atual Rua Síria.

Também vai para promulgação o projeto de lei de autoria do ex-vereador Misael Galvão (PTB) que declara de utilidade pública a Associação Cultural Em Cena – Escola de Artes de Cuiabá e a propositura&nbspde autoria do vereador Adevair Cabral (PTB) que dispõe sobre a proibição do uso, venda e comercialização de cerol ou de qualquer outro tipo de material cortante em linhas ou fios usados para empinar pipas também seguiu ao Executivo.

O ex-vereador Adilson Levante (PSB) teve o projeto que dispõe sobre o recebimento de receitas e tributos pelo município de Cuiabá através de cartão de débito e crédito, encaminhado para sanção.

O projeto de lei que estabelece a disponibilização dos relatórios dos Fiscais de Contratos no Portal da Transparência da Prefeitura, apresentado pelo também ex-vereador Marcelo Bussiki (DEM), recebeu a aprovação do Plenário e segue tramitação para promulgação.

O vereador reeleito Mário Nadaf e o ex-vereador Aluísio Leite, ambos do PV, apresentaram na legislatura passada projeto de lei que estabelece a obrigatoriedade da destinação adequada e implantação de logística reversa em Cuiabá, para recolhimento de produtos que, jogados sem os devidos cuidados, contribuem para destruir o meio-ambiente.

Nesta sessão os vereadores também apresentaram 7 moções de pesar, grande parte deles tendo como causa do falecimento a covid-19, apresentaram ainda duas moções de aplausos, 26 requerimentos ao Executivo solicitando informações, 12 projetos de leis. &nbspAlém disso, foram apresentadas para envio ao Prefeito mais de 800 indicações de serviços.

Por fim, o vereador Chico 2000 (PL) apresentou requerimento para reabertura de CPI para investigar a evasão de recursos provocada pelas empresas administradoras de cartão de pagamento (débito ou crédito), que, suspeita o requerente, alcança o montante de 250 milhões ao ano, recursos que são apropriados, principalmente, pela cidade de São Paulo, onde se localizam a maioria das sedes dessas administradoras. Mas o parlamentar adverte que conforme o Código Tributário Nacional o ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) deve ser recolhido no local aonde a transação é realizada.

Atualizada dia 26 de fevereiro, às 17h05

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