Ilustração
Frachada da CMC
O professor, historiador e jornalista Pedro Rocha Jucá lembra, no seu blog Memória Cuiabana, que no dia 09 de maio de 2013 “Como parte das comemorações pelos 265 anos de Mato Grosso, o governador Silval Barbosa assinou um decreto tombando o Linguajar Cuiabano como patrimônio cultural imaterial de Mato Grosso. O fato foi comemorado com uma cerimônia na sede da Academia Mato-grossense de Letras e contou com a presença do chefe do Executivo mato-grossense. Com o tombamento, o Linguajar Cuiabano é agora tutelado pela proteção especial do Poder Público Estadual.
A expressão “Falar Cuiabano” evoluiu para “Linguajar Cuiabano”. É um avanço, mas limita a pesquisa sobre a importância do tema. O correto seria “Linguagem Cuiabana”, para melhor entender a preservação do seu glossário, suas origens, manifestações verbais e gestuais, suas características e assim por diante. A Linguagem Cuiabana tem suas raízes no Português camoniano e no Espanhol do ciclo histórico entre 1580 e 1640, após o jovem rei Dom Sebastião ter morrido lutando no Norte da África sem descendente.
No período colonial, vale lembrar, falava-se o Tupi-Guarani em casa, Espanhol nas ruas e Português nas repartições.
Jê Fernandes – Secom/CMC
A expressão “Falar Cuiabano” evoluiu para “Linguajar Cuiabano”. É um avanço, mas limita a pesquisa sobre a importância do tema. O correto seria “Linguagem Cuiabana”, para melhor entender a preservação do seu glossário, suas origens, manifestações verbais e gestuais, suas características e assim por diante. A Linguagem Cuiabana tem suas raízes no Português camoniano e no Espanhol do ciclo histórico entre 1580 e 1640, após o jovem rei Dom Sebastião ter morrido lutando no Norte da África sem descendente.
No período colonial, vale lembrar, falava-se o Tupi-Guarani em casa, Espanhol nas ruas e Português nas repartições.
Jê Fernandes – Secom/CMC