O presidente do Parlamento cuiabano, vereador João Emanuel, fez uma reunião de trabalho dia 21-04, no Centro de Atenção Psicossocial Adauto Botelho, Coxipó, para ultimar detalhes da força tarefa visando o tratamento de dependentes químicos e acabar com pelo menos três pontos de cracolândias em Cuiabá, situados nas proximidades do terminal rodoviário, jornal Folha do Estado e nos bairros Pedregal e Jardim Leblon.
“A Câmara irá formar equipes multidisciplinares para atuar nessas cracolândias. O objetivo é levar tratamento aos dependentes, buscar seus familiares e desenvolver um trabalho consistente, contínuo”, disse João Emanuel. Ele foi recebido pelo diretor-geral do Ciaps, Helder Barbosa Silva, Marcelo Campos de Souza, representante técnico do Setor de Internação, e pela assistente de direção, Jane Pimenta dos Santos.
Emanuel afirmou que a Casa de Leis da capital pretende estabelecer parcerias com os governos estadual e municipal para a realização desta força tarefa. Para tanto, já procedeu contatos junto à Secretaria Estadual de Saúde e Tribunal de Justiça de MT. “Vamos buscar a administração municipal, Polícia Militar e, enfim, todas as forças institucionais públicas e privadas, em todos os níveis. É um passo importante para mudarmos esse quadro, dar dignidade a esses cidadãos e devolvê-los ao convívio social”.
O presidente já esteve inclusive em audiência com a 1ª dama do Estado, Roseli Barbosa, quando expôs detalhes do projeto e recebeu integral apoio à implantação desta força tarefa. "A 1ª dama de Mato Grosso - pontuou Emanuel - também está preocupada com esse dilema social que atinge não apenas os dependentes, mas os respectivos familiares e a sociedade, em geral. Prontificou-se a nos ajudar neste projeto tão importante para Cuiabá, para que a extinção das cracolândias existentes na capital, com tratamento especializado dos dependentes químicos que vegetam nesses lugares, tenha também uma política permanente de apoio por parte dos órgãos de Saúde e assistência social do Estado".
Além da força tarefa, Emanuel pretende elaborar um Projeto de Lei que garanta a implantação de uma política municipal de tratamento do dependente químico. “Não podemos assistir, passivamente, essa degradação social. É preciso garantir uma política específica, direcionada, para que este trabalho seja permanente”, resumiu.
Na próxima semana, João Emanuel volta a se reunir com as partes envolvidas com o intuito de traçar a ação que será desencadeada nas cracolândias da rodoviária, Pedregal e Jardim Leblon. A equipe multidisciplinar será composta por dez pessoas, entre médicos, psicólogos, assistentes sociais e agentes.
“A Câmara irá formar equipes multidisciplinares para atuar nessas cracolândias. O objetivo é levar tratamento aos dependentes, buscar seus familiares e desenvolver um trabalho consistente, contínuo”, disse João Emanuel. Ele foi recebido pelo diretor-geral do Ciaps, Helder Barbosa Silva, Marcelo Campos de Souza, representante técnico do Setor de Internação, e pela assistente de direção, Jane Pimenta dos Santos.
Emanuel afirmou que a Casa de Leis da capital pretende estabelecer parcerias com os governos estadual e municipal para a realização desta força tarefa. Para tanto, já procedeu contatos junto à Secretaria Estadual de Saúde e Tribunal de Justiça de MT. “Vamos buscar a administração municipal, Polícia Militar e, enfim, todas as forças institucionais públicas e privadas, em todos os níveis. É um passo importante para mudarmos esse quadro, dar dignidade a esses cidadãos e devolvê-los ao convívio social”.
O presidente já esteve inclusive em audiência com a 1ª dama do Estado, Roseli Barbosa, quando expôs detalhes do projeto e recebeu integral apoio à implantação desta força tarefa. "A 1ª dama de Mato Grosso - pontuou Emanuel - também está preocupada com esse dilema social que atinge não apenas os dependentes, mas os respectivos familiares e a sociedade, em geral. Prontificou-se a nos ajudar neste projeto tão importante para Cuiabá, para que a extinção das cracolândias existentes na capital, com tratamento especializado dos dependentes químicos que vegetam nesses lugares, tenha também uma política permanente de apoio por parte dos órgãos de Saúde e assistência social do Estado".
Além da força tarefa, Emanuel pretende elaborar um Projeto de Lei que garanta a implantação de uma política municipal de tratamento do dependente químico. “Não podemos assistir, passivamente, essa degradação social. É preciso garantir uma política específica, direcionada, para que este trabalho seja permanente”, resumiu.
Na próxima semana, João Emanuel volta a se reunir com as partes envolvidas com o intuito de traçar a ação que será desencadeada nas cracolândias da rodoviária, Pedregal e Jardim Leblon. A equipe multidisciplinar será composta por dez pessoas, entre médicos, psicólogos, assistentes sociais e agentes.