Matéria proíbe o uso das chamadas pulseiras do sexo

Fablicio Rodrigues
Com a finalidade de evitar prováveis situações desastrosas, o vereador Leve Levi (PP) apresentou projeto de Lei nesta terça (6) que proíbe o uso de pulseiras coloridas, também conhecidas como “pulseiras do sexo” nas escolas públicas e particulares de Cuiabá. Com isso, os profissionais da educação seriam obrigados a promover reuniões e campanhas educativas para esclarecer os perigos do uso desses adereços às crianças e adolescentes do ensino fundamental e médio. “Esse projeto visa contribuir com a educação pedagógica, pretendemos com isso preservar a integridade física e moral das crianças e adolescentes. Apesar das divergências que poderá causar, esse projeto trata-se de uma medida que regula o convívio social”, disse. O vereador lembra que a Constituição Federal diz que é dever da sociedade proteger crianças e adolescentes de todas as situações que coloquem em risco sua integridade física e psíquica. Por isso, torna-se necessário tomar  providências para coibir a utilização dos adereços que têm conotação sexual e invadiram os ambientes educacionais. História e significados A pulseirinha- Laranja – “dentadinha do amor”;- Roxa – beijo com língua;- Cor-de-rosa – tem que mostrar o peito;- Vermelha – tem que fazer uma lap dance (dança erótica);- Azul – fazer sexo oral - praticado pela menina;- Verdes – chupões no pescoço;- Preta – fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira;- Dourada – fazer todos citados acima ou sexo oral simultâneo;- Listrada– sexo na posição “frango assado”;- Grená – Sexo anal sem lubrificante;- Transparente – sexo com parentes consangüíneos;- Marrom – sexo escatológico (“brown shower”). Adrielle Piovezan
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