Carol Siqueira | Secom Câmara Municipal de Cuiabá
A vereadora Michelly Alencar (DEM) voltou a solicitar à Prefeitura de Cuiabá, na sessão desta terça-feira (13.04), a prorrogação da cobrança do IPTU na capital. Para a vereadora, falta sensibilidade do prefeito neste momento de pandemia e crise econômica.
“Senhor prefeito, peço sensibilidade para com os cidadãos cuiabanos neste momento. Muitas famílias perderam renda, estão passando por dificuldades financeiras e enquanto isso o carnê de cobrança está chegando nas casas. As empresas estão fazendo esforços para não fechar as portas, muitas com suspensão de atendimento ou horário reduzido. Precisamos de medidas para ajudar o cidadão a atravessar essa crise”, defendeu a vereadora.
Michelly lembrou que no mês passado enviou ao Executivo proposta para a suspensão da cobrança do IPTU. Ela contou que tem recebido muitas solicitações de pessoas pedindo essa prorrogação, tanto para imóveis residenciais, como comerciais.
O Executivo Municipal prorrogou a cobrança de alvarás de funcionamento de empresas do segmento do comércio, como lojas de roupas, calçados, tecidos e acessórios. Também suspendeu temporariamente a cobrança desse imposto de bares e restaurantes e do setor de eventos. No entanto, não tomou nenhuma medida com relação ao IPTU.
“Senhor prefeito, peço sensibilidade para com os cidadãos cuiabanos neste momento. Muitas famílias perderam renda, estão passando por dificuldades financeiras e enquanto isso o carnê de cobrança está chegando nas casas. As empresas estão fazendo esforços para não fechar as portas, muitas com suspensão de atendimento ou horário reduzido. Precisamos de medidas para ajudar o cidadão a atravessar essa crise”, defendeu a vereadora.
Michelly lembrou que no mês passado enviou ao Executivo proposta para a suspensão da cobrança do IPTU. Ela contou que tem recebido muitas solicitações de pessoas pedindo essa prorrogação, tanto para imóveis residenciais, como comerciais.
O Executivo Municipal prorrogou a cobrança de alvarás de funcionamento de empresas do segmento do comércio, como lojas de roupas, calçados, tecidos e acessórios. Também suspendeu temporariamente a cobrança desse imposto de bares e restaurantes e do setor de eventos. No entanto, não tomou nenhuma medida com relação ao IPTU.