Presidente do Legislativo quer que áreas verdes do município deixem de ser lixões

Projeto de Lei, de autoria do dirigente do Parlamento cuiabano, aponta a necessidade de ser estabelecida parceria ambiental com empresas para que estas "adotem" áreas verdes municipais e evitem sua transformação em depósito de lixo


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"Uma visão realmente constrangedora: ver imensas áreas verdes do município cuiabano transformadas em depósito de lixo de toda espécie, incluindo animais mortos. Aí o perigo aumenta ainda mais, pois implica em graves riscos à saúde humana". Com essas palavras, o presidente da Câmara Municipal, Justino Malheiros, discorreu na sessão plenária de hoje (15) sobre a importância de aprovação de um projeto de lei de sua autoria, no âmbito do meio ambiente. Ele justifica que esse projeto é significante para estabelecer uma linha de contenção aos abusos atualmente verificados em áreas verdes de propriedade do município.&nbsp
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"Trata-se de uma proposta nada complexa, de conteúdo prático, e que já impactaria positivamente as demandas negativas em torno dessa questão: o Executivo proporia a empresas privadas uma parceria, com a finalidade de que estas "adotem" essas áreas, ora repletas de dejetos distintos. É uma bandeira genuína de preservação ambiental, que o Partido Verde deseja ver implementada na capital com ênfase, não de forma paliativa, porém resolutiva. As empresas teriam autorização para divulgar sua participação nesta iniciativa ecológica, divulgação positiva à sua própria estrutura. Afinal, de há muito o mundo "respira" ecologia, visualizando quais medidas podem ser tomadas com ênfase na preservação da natureza, em si".
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Vários parlamentares enalteceram esse projeto de lei de Justino Malheiros, que entendem ser eficaz para evitar a proliferação de lixões por toda a capital, como atualmente acontece. Alguns se dispuseram a subscrever o projeto, para maior eficácia de força política para aprovação e oficialização da legislação descrita no texto. "Toda colaboração é bem-vinda, a fim de que Cuiabá e seus moradores sejam beneficiados, é a meta coletiva desta Casa de Leis, sempre".
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Justino Malheiros também fez indicação ao Executivo sobre os terrenos baldios privados, alguns tomados de mato. "Situações de clara especulação imobiliária, a cargo do tempo. Os proprietários não têm compromisso de mantê-los limpos, aguardando apenas que o tempo promova a valorização normal, e realmente isso acontece. No entanto, a Prefeitura pode ultimar uma normativa para obrigá-los a assumir responsabilidades de limpeza regular com tais propriedades ao estabelecer prazo de 60 dias para a concepção dos trabalhos. Caso não realizem, então o Município promoveria a limpeza necessária, incluindo os custos no IPTU do imóvel".
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Secretaria de Comunicação Social
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