A pergunta “por que é tão caro morrer em Cuiabá?”, parou a sessão plenária desta quinta-feira (14-11), na Câmara Municipal de Cuiabá. O questionamento foi suscitado pelo o vereador Juca do Guaraná Filho (PTdoB) que solicitou através de requerimento,direcionado à prefeitura de Cuiabá, cópia do processo de concessão funerária. O parlamentar recebeu um grande índice de denúncias, que apontam a formação de cartel neste seguimento da capital.
“São muitas reclamações em especial das pessoas carentes que não tem condições de velar com dignidade um ente de sua família , então fizemos um levantamento que chegou ao valor estarrecedor de R$ 8.824,00 (oito mil oitocentos e vinte quatro reais) para o serviço de sepultamento completo, do mais simples”, apontou o parlamentar.
Outra ação questionada são os supostos “plantões” das funerárias, o que não possibilita a escolha da empresa que ira fazer o serviço por parte do cliente.
“Recebemos também denúncias que os valores são tabelados, não há como encontrar mais em conta, ou seja, padronizado”, revela Juca.
O parlamentar aponta a situação é no mínima abusiva e mostra necessidade de uma investigação apurada.
Pesquisa
O caixão mais em conta custa R$ 994,00 (novecentos e noventa e quatro reais); para embalsamar o corpo R$ 850,00 (oitocentos e cinquenta reais); disponibilizar a capela para velar mais R$ 800,00 (oitocentos reais); ornamentos básicos R$ 200,00 (duzentos reais); caso à família não possua um a jazigo ou um local para sepultar custa RS 5.980, 00 (cinco mil novecentos e oitenta reais) . Para morrer hoje em Cuiabá custa aproximadamente RS 8.824,00 (oito mil oitocentos e vinte quatro reais).
Elizangela Tenorio - Assessoria de Gabinete
“São muitas reclamações em especial das pessoas carentes que não tem condições de velar com dignidade um ente de sua família , então fizemos um levantamento que chegou ao valor estarrecedor de R$ 8.824,00 (oito mil oitocentos e vinte quatro reais) para o serviço de sepultamento completo, do mais simples”, apontou o parlamentar.
Outra ação questionada são os supostos “plantões” das funerárias, o que não possibilita a escolha da empresa que ira fazer o serviço por parte do cliente.
“Recebemos também denúncias que os valores são tabelados, não há como encontrar mais em conta, ou seja, padronizado”, revela Juca.
O parlamentar aponta a situação é no mínima abusiva e mostra necessidade de uma investigação apurada.
Pesquisa
O caixão mais em conta custa R$ 994,00 (novecentos e noventa e quatro reais); para embalsamar o corpo R$ 850,00 (oitocentos e cinquenta reais); disponibilizar a capela para velar mais R$ 800,00 (oitocentos reais); ornamentos básicos R$ 200,00 (duzentos reais); caso à família não possua um a jazigo ou um local para sepultar custa RS 5.980, 00 (cinco mil novecentos e oitenta reais) . Para morrer hoje em Cuiabá custa aproximadamente RS 8.824,00 (oito mil oitocentos e vinte quatro reais).
Elizangela Tenorio - Assessoria de Gabinete