"Não tenho rabo preso com nada e se os fatos contra o prefeito forem comprovados serei o primeiro a pedir cassação", diz vereador

Secom Câmara
O vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos) usou a tribuna na manhã desta terça-feira (9), durante a sessão que votava a abertura de comissão processante contra o prefeito afastado, para dizer que "não tem rabo preso com nada" e que se for comprovado os fatos em que o prefeito está sendo investigado ele será o primeiro parlamentar a pedir pela cassação na Casa de Leis.
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“Nós devemos sim fazer nosso papel e o MP está investigando e se for comprovado a investigação contra o prefeito quero dizer que eu vou ser o primeiro do parlamento a votar pela cassação dele, mas desde que tenha sido comprovado porque eu não vou cair em conversinha. Então vamos cada um se pôr no seu lugar e deixar de teatro e ser realistas que até mesmo a pandemia tem demonstrado números positivos porque a Saúde tem avançado com a vacinação”, pontuou.
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Ainda em sua fala, o vereador comentou que a saúde pública é a sua principal bandeira e, como presidente da Comissão de Saúde da Casa, reconhece que há dificuldades no setor, mas que os parlamentares devem trabalhar para enfrentar os problemas.
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“Hoje como presidente da Comissão da Saúde tenho responsabilidade gigante de todos os dias acordar cedo e fazer meus dois trabalhos porque eu pego o papel da Saúde pública de Cuiabá como se fosse meu porque 60% das famílias, amigos e pacientes dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS). Então qual é meu papel? Perante minha consciência, doutrina e família é lutar por uma saúde melhor. Claro que a Saúde da Capital tem problemas sérios, assim como as demais capitais do Brasil e nós estamos aqui e não vamos ocultar nada”, afirmou.
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Por fim, o vereador parabenizou os profissionais da Saúde e disse que sempre irá cobrar o Executivo para que as “coisas na Saúde aconteçam”.
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Votação

A Câmara de Vereadores de Cuiabá arquivou na sessão desta terça-feira os dois pedidos de abertura de comissão processante contra o prefeito afastado. Dos 25 vereadores presentes, apenas seis votaram favoráveis à abertura, um absteve e o presidente não vota.
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