Michelly Alencar alerta para avanço da violência doméstica e defende fortalecimento da família

Foto: Donatto Aquino
Débora Inácio | Assessoria da vereadora Michelly Alencar 
 
Durante sessão ordinária na Câmara Municipal de Cuiabá, a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) fez um pronunciamento firme sobre o aumento da violência doméstica, dos casos de feminicídio, dos abusos contra crianças e os impactos na saúde mental dos adolescentes.
 
A parlamentar chamou atenção para o que considera um cenário preocupante e crescente dentro dos lares brasileiros.
 
“Estamos vendo o aumento da violência doméstica, o crescimento dos feminicídios e, de forma ainda mais alarmante, crianças sendo vítimas de abusos dentro do próprio ambiente familiar:",  ressaltou.
 
Michelly destacou que esses fatores estão diretamente ligados à fragilização de uma instituição essencial: a família.
 
"Tudo isso culmina para uma instituição que está sendo cada vez mais atacada: a família. A desestruturação familiar traz danos gravíssimos para toda a sociedade", frisou
 
Segundo a vereadora, a ausência de acompanhamento, de referência e a inversão de papéis dentro das casas impactam diretamente o desenvolvimento emocional e social de crianças e adolescentes.
 
“Quando falta amor, quando faltam referências dentro de casa, todos sofrem; crianças, adolescentes, mulheres e também os homens sofrem os danos”.
 
A parlamentar também defendeu valores como respeito, responsabilidade e equilíbrio nas relações familiares como caminhos para enfrentar a crise social.
 
“Homens que amam e respeitam suas mulheres já estão trazendo equilíbrio para dentro de casa. Pais e mães que entendem seus papéis formam filhos mais seguros e preparados”, destacou a parlamentar. 
 
Michelly ainda ressaltou a importância da fé como elemento de reconstrução social.
 
“O Evangelho continua sendo a melhor receita para uma sociedade equilibrada, curada e restaurada”, frizou
 
Por fim, a vereadora reforçou a necessidade de ampliar o debate sobre o tema dentro do Legislativo.
 
"Essa é uma discussão necessária e urgente. Precisamos enfrentar esse problema com responsabilidade, porque o ponto central desse desequilíbrio está na família", concluiu.
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