Audiência Pública requerida pelo vereador Dilemário Alencar (PTB) vai discutir o funcionamento das feiras livres no Município de Cuiabá e formular propostas de políticas publicas para o setor. “Nosso objetivo é melhorar a organização das feiras e fomentar o desenvolvimento, com vistas à realização da Copa do Mundo de 2014”, justifica.
Segundo Dilemário atualmente a organização das feiras livres em Cuiabá está longe do seu ideal. É preciso que o Executivo Municipal coloque em prática políticas públicas que possibilite melhor organização do funcionamento das feiras livres com objetivo de proporcionar melhores condições de trabalho para a categoria para que o consumidor possa ser atendido da melhor forma possível.
“Os feirantes precisam do apoio de Casa de Leis para convencer o Executivo Municipal a colocar em prática políticas públicas que possam organizar o funcionamento das feiras livres e fomentar o desenvolvimento do setor”, afirma.
A Feira Livre, indubitavelmente, faz parte da história do povo brasileiro nas áreas da economia, do turismo, da cultura e da política. Digo política, porque é comum em campanha eleitoral os candidatos que disputam cargos eletivos promoverem os famosos arrastões nas feiras para divulgarem suas propostas e prometerem para os feirantes lutar por melhorias para a sua atividade profissional.
No Brasil a primeira feira livre ocorreu na cidade de São Paulo, no Largo General Osório, no ano de 1914. Já em Cuiabá a primeira feira livre foi realizada na década de 50. Funcionava na Avenida Generoso Ponce, hoje Isaac Póvoas, aos sábados, em frente ao Mercado Miguel Sutil.
Nos dias atuais, cerca de 1.000 trabalhadores e trabalhadoras exercem a profissão de feirante no Município de Cuiabá. Eles exercem suas atividades em 52 feiras livres que são realizadas de terça-feira a domingo em diversos bairros da Capital.
Nas feiras predomina a comercialização de produtos hortifrutigranjeiros e produtos de primeira necessidade e de uso doméstico, como: cereais, carne bovina, suína, frango, peixes, doces caseiros, lanches (pasteis, salgados, sucos, caldos de cana), conservas em geral, frios e lacticínios, sementes, temperos e armarinhos.
O vereador explica que um dos aspectos a se destacar na área da economia é que as feiras livres geram empregos e garantem a comodidade de milhares consumidores que podem encontrar diversos produtos próximos de suas residências a preços acessíveis, sem a necessidade de realizar gastos com a sua locomoção.
Segundo Dilemário atualmente a organização das feiras livres em Cuiabá está longe do seu ideal. É preciso que o Executivo Municipal coloque em prática políticas públicas que possibilite melhor organização do funcionamento das feiras livres com objetivo de proporcionar melhores condições de trabalho para a categoria para que o consumidor possa ser atendido da melhor forma possível.
“Os feirantes precisam do apoio de Casa de Leis para convencer o Executivo Municipal a colocar em prática políticas públicas que possam organizar o funcionamento das feiras livres e fomentar o desenvolvimento do setor”, afirma.
A Feira Livre, indubitavelmente, faz parte da história do povo brasileiro nas áreas da economia, do turismo, da cultura e da política. Digo política, porque é comum em campanha eleitoral os candidatos que disputam cargos eletivos promoverem os famosos arrastões nas feiras para divulgarem suas propostas e prometerem para os feirantes lutar por melhorias para a sua atividade profissional.
No Brasil a primeira feira livre ocorreu na cidade de São Paulo, no Largo General Osório, no ano de 1914. Já em Cuiabá a primeira feira livre foi realizada na década de 50. Funcionava na Avenida Generoso Ponce, hoje Isaac Póvoas, aos sábados, em frente ao Mercado Miguel Sutil.
Nos dias atuais, cerca de 1.000 trabalhadores e trabalhadoras exercem a profissão de feirante no Município de Cuiabá. Eles exercem suas atividades em 52 feiras livres que são realizadas de terça-feira a domingo em diversos bairros da Capital.
Nas feiras predomina a comercialização de produtos hortifrutigranjeiros e produtos de primeira necessidade e de uso doméstico, como: cereais, carne bovina, suína, frango, peixes, doces caseiros, lanches (pasteis, salgados, sucos, caldos de cana), conservas em geral, frios e lacticínios, sementes, temperos e armarinhos.
O vereador explica que um dos aspectos a se destacar na área da economia é que as feiras livres geram empregos e garantem a comodidade de milhares consumidores que podem encontrar diversos produtos próximos de suas residências a preços acessíveis, sem a necessidade de realizar gastos com a sua locomoção.