Brunna Maria - CMC
Os vereadores de Cuiabá, na Sessão Ordinária desta quinta-feira (01/11), além de aprovarem sete projetos de lei, votaram pela rejeição do pedido de instalação de uma comissão processante requerida pelo vereador Abílio Júnior (PSC). 
A comissão processante se aprovada teria por objetivo investigar denúncias quanto à prática de infrações político administrativas previstas no Decreto Lei Federal 201/67,  em tese cometidas pelo Prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), e que poderia culminar na cassação do seu mandato.
Votos de 15 vereadores rejeitaram o pedido três optaram pela abstenção – Ricardo Saad (PSDB) Toninho de Souza (DEM) e Wilson Kero-kero (PSL) - um – Gilberto Figueiredo (PSB) - não compareceu à Sessão e 4 – Diego Guimarães (PP) Dilemário Alencar (PROS) e Felipe Wellaton (PV) – foram votos vencidos. O propositor, Abílio e o Presidente Justino Malheiros (PV) não votaram por força regimental.
Para fazer o pedido, o vereador Abílio Júnior leu um relatório produzido por uma Comissão Parlamentar de Inquérito que ele presidiu e investigou a gestão municipal na área da saúde. Porém, outros dois membros da CPI, vereadores Ricardo Saad (PSDB), que atuou como relator e Dr. Xavier (PTC), foram contrários à sugestão do Presidente.
O líder do Prefeito, vereador Luís Cláudio (PP), fez apelo aos demais pares para que rejeitassem o pedido em função da gestão na saúde ser tripartite, cabendo ações das esferas municipal, estadual e federal, além do que, em Cuiabá 70% dos atendimentos são pacientes de cidades do interior do estado.
Apesar do vereador Abílio ter elencado fatos que julgou serem suficientes para resultar na cassação do Prefeito, sua argumentação não teve força para convencer a maioria.
SECOM – CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ
ASSESSORIA DE IMPRENSA