Sindicalistas, líderes comunitários, dirigentes de organizações sociais, servidores da Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap) e parlamentares das principais casas legislativas participaram da audiência pública, no plenário da Câmara de Cuiabá, para discutir o modelo de gestão para universalizar o abastecimento de água tratada, na cidade. Entre as propostas defendidas pela maioria, estão a gestão compartilhada entre a Prefeitura Municipal e o governo do Estado, com investimentos oriundos da União e do Tesouro do Estado.
A audiência pública, requerida pelo vereador Antônio Fernandes (PSDB), segundo vice-presidente da Câmara, reuniu cerca de 200 pessoas, no Plenário das Deliberações do Palácio Pascoal Moreira Cabral.
O entendimento médio das declarações dos que ocuparam a tribuna está a reclamação por causa da ausência permanente de abastecimento regular de água tratada em praticamente todos os bairros da Capital, o que é considerado inaceitável. “Essa é uma questão que exige pronta resposta para a sociedade cuiabana e a Câmara Municipal está de parabéns em liderar essa discussão”, afirma o senador Pedro Taques (PDT). Ele afirmou ser contrário à privatização dos serviços de água e esgoto da Capital, por haver impedimento da própria Constituição da República.
O líder comunitário Roberto Pereira Lima, o ‘Robertinho’, afirmou que conhece a dura realidade da falta de água nos bairros da periferia cuiabana. Ex-presidente da Associação dos Moradores do Bairro Tancredo Neves e do Novo Paraíso II (Grande CPA), Pereira Lima assegura que existem moradias em a água não sobe nas caixas elevatórias há anos. “Por isso, sou contra a privatização e a favor de que se viabilize investimentos da União”, observa Robertinho.
O dirigente social João Viana, vice-presidente de uma organização social que atende jovens em situação de risco, destacou a coragem da Câmara Municipal em liderar essa discussão. “É uma questão de suma importância para a nossa cidade e, creio eu, vamos chegar a um denominador comum, em breve”, assegura João Viana.
O presidente da Associação dos Moradores do Bairro Santa Isabel, Vilson Aguiar, assegurou que o movimento comunitário, as bases populares e organizações sociais são contrários à privatização ou terceirização da Sanecap. “Existem mecanismos muito mais eficientes e menos prejudiciais aos consumidores para resolver o problema”, garante Vilson Aguiar.
Também contra a privatização, o deputado federal Valtenir Pereira (PSB) admite discutir a terceirização por 20 ou 30 anos, desde que seja comprovada a incapacidade de investimento pelo poder público. “Há recursos específicos da União e do Estado para se investir no setor”, resume Valternir, ao lembrar que o governador Silval Barbosa (PMDB) decidiu assumir a execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1), que prevê investimentos de R$ 240 milhões em saneamento, na Capital, dos quais menos de 5% foram executados.
O deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR) parabenizou a Câmara pela iniciativa e lamentou que em pleno século XXI existam famílias que passam semanas sem água, na Capital. “Precisamos de uma solução para o problema e essa discussão é apenas o primeiro passo”, defende Pinheiro.
A audiência pública, requerida pelo vereador Antônio Fernandes (PSDB), segundo vice-presidente da Câmara, reuniu cerca de 200 pessoas, no Plenário das Deliberações do Palácio Pascoal Moreira Cabral.
O entendimento médio das declarações dos que ocuparam a tribuna está a reclamação por causa da ausência permanente de abastecimento regular de água tratada em praticamente todos os bairros da Capital, o que é considerado inaceitável. “Essa é uma questão que exige pronta resposta para a sociedade cuiabana e a Câmara Municipal está de parabéns em liderar essa discussão”, afirma o senador Pedro Taques (PDT). Ele afirmou ser contrário à privatização dos serviços de água e esgoto da Capital, por haver impedimento da própria Constituição da República.
O líder comunitário Roberto Pereira Lima, o ‘Robertinho’, afirmou que conhece a dura realidade da falta de água nos bairros da periferia cuiabana. Ex-presidente da Associação dos Moradores do Bairro Tancredo Neves e do Novo Paraíso II (Grande CPA), Pereira Lima assegura que existem moradias em a água não sobe nas caixas elevatórias há anos. “Por isso, sou contra a privatização e a favor de que se viabilize investimentos da União”, observa Robertinho.
O dirigente social João Viana, vice-presidente de uma organização social que atende jovens em situação de risco, destacou a coragem da Câmara Municipal em liderar essa discussão. “É uma questão de suma importância para a nossa cidade e, creio eu, vamos chegar a um denominador comum, em breve”, assegura João Viana.
O presidente da Associação dos Moradores do Bairro Santa Isabel, Vilson Aguiar, assegurou que o movimento comunitário, as bases populares e organizações sociais são contrários à privatização ou terceirização da Sanecap. “Existem mecanismos muito mais eficientes e menos prejudiciais aos consumidores para resolver o problema”, garante Vilson Aguiar.
Também contra a privatização, o deputado federal Valtenir Pereira (PSB) admite discutir a terceirização por 20 ou 30 anos, desde que seja comprovada a incapacidade de investimento pelo poder público. “Há recursos específicos da União e do Estado para se investir no setor”, resume Valternir, ao lembrar que o governador Silval Barbosa (PMDB) decidiu assumir a execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1), que prevê investimentos de R$ 240 milhões em saneamento, na Capital, dos quais menos de 5% foram executados.
O deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR) parabenizou a Câmara pela iniciativa e lamentou que em pleno século XXI existam famílias que passam semanas sem água, na Capital. “Precisamos de uma solução para o problema e essa discussão é apenas o primeiro passo”, defende Pinheiro.