Câmara aprova requerimentos para audiências públicas e sessão solene

Câmara Municipal de Cuiabá

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou durante sessão ordinária desta terça-feira (24) três requerimentos de autoria de vereadores. Destes, dois foram propostos pelo vereador Diego Guimarães (PP).&nbsp

O progressista requereu a realização de duas sessões solenes. A primeira visa homenagear a Semana da Adoção realizada pelo Tribunal de Justiça e pela Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara).

“Essas pessoas realizam função fundamental no Estado Democrático de Direito, dando um lar e, consequentemente, educação e saúde para as pessoas que um dia foram esquecidas”, justificou o progressista.

A data da sessão solene será agendada pela Secretaria de Apoio Legislativo, juntamente com o Cerimonial da Casa de Leis. “A sessão solene se mostra importante para prestar uma justa homenagem pela relevância dos trabalhos desenvolvidos com bravura e brilhantismo pelas instituições e pelas pessoas que ali trabalham”, conclui Guimarães.

O vereador ainda garantiu a aprovação de um requerimento que prevê a realização de uma sessão solene no dia 9 de outubro em comemoração ao Dia da Dislexia.

A dislexia é considerada um transtorno especifico de aprendizagem de origem neurológico, caracterizado pela dificuldade no reconhecimento preciso e/ou fluente de uma palavra, na habilidade de codificação e na soletração.

“Pela importância do tema, torna-se imprescindível a homenagem à aqueles eu dedicam o seu tempo e trabalho aos disléxicos, lutando pelos seus direitos e melhorando suas condições de vida na sociedade”, disse o parlamentar.

Por fim, o plenário do Legislativo Cuiabano ainda aprovou um requerimento de autoria do vereador Dilemário Alencar (PROS), o qual prevê a realização de uma audiência pública ara debater o grande número de assédio e importunações sexuais contra mulheres que ocorrem cotidianamente dentro dos ônibus, paradas e terminais do transporte coletivo da Capital.

A intenção do parlamentar é expor esse problema e levantar propostas para o seu enfrentamento. “Para que as mulheres tenham mais autonomia, faz-se necessário o desenvolvimento de políticas públicas de combate a violência que incluam o olhar para esse deslocamento”, justificou Dilemário.
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