A fim de atualizar e propor iniciativas salvar o futebol cuiabano foram colocadas em evidência, através de inúmeros depoimentos na Audiência Pública realizada nesta quarta-feira (21), na Câmara Municipal de Cuiabá. Por iniciativa do vereador Leonardo de Oliveira, do PTB. Para o parlamentar, o momento é de buscar união entre todos os interessados na evolução do esporte cuiabano, principalmente, com o aproveitamento , da melhor forma, da Arena Pantanal, que no seu entender, tem deixado o torcedor do “lado de fora”.
Enquanto o vereador Faissal Calil (PSB) lamentou o momento pelo qual passa o futebol, de uma maneira restrita, sacrificando e tirando direitos do torcedor; o seu colega Alan Kardec (PT), foi mais longe, enumerando fatores que vão desde o desuso da Arena Pantanal à falta de apoio dos poderes públicos aos esportes de bases, principalmente nos bairros da cidade.
Entre lamentos, culpabilidade e descasos para com o esporte em Cuiabá, seja através de pouca ou quase nenhuma ajuda pública, também se falou na audiência sobre a necessidade de leis públicas que possam dar sentido e igualar direitos e deveres dos dirigentes, torcedores e poder público.
Para Paulo César Gatão, presidente do Mixto Esporte Clube, hoje, jogar na Arena Pantanal é difícil e, diante disso, é preciso que o poder público, Câmara e Assembléia criem leis fortes para restabelecer a segurança pessoal e financeira de se jogar no estádio. Gatão lembrou também das categorias de bases, que hoje ainda sobrevive milagrosamente.
“Temos que fazer o melhor para que a Arena não se transforme em um elefante verde” lembrou o professor e pesquisador da UFMT, Francisco Xavier, falando sobre a necessidade urgente de uma política pública de esporte e lazer.
Jê Fernandes – Secom/CMC
Enquanto o vereador Faissal Calil (PSB) lamentou o momento pelo qual passa o futebol, de uma maneira restrita, sacrificando e tirando direitos do torcedor; o seu colega Alan Kardec (PT), foi mais longe, enumerando fatores que vão desde o desuso da Arena Pantanal à falta de apoio dos poderes públicos aos esportes de bases, principalmente nos bairros da cidade.
Entre lamentos, culpabilidade e descasos para com o esporte em Cuiabá, seja através de pouca ou quase nenhuma ajuda pública, também se falou na audiência sobre a necessidade de leis públicas que possam dar sentido e igualar direitos e deveres dos dirigentes, torcedores e poder público.
Para Paulo César Gatão, presidente do Mixto Esporte Clube, hoje, jogar na Arena Pantanal é difícil e, diante disso, é preciso que o poder público, Câmara e Assembléia criem leis fortes para restabelecer a segurança pessoal e financeira de se jogar no estádio. Gatão lembrou também das categorias de bases, que hoje ainda sobrevive milagrosamente.
“Temos que fazer o melhor para que a Arena não se transforme em um elefante verde” lembrou o professor e pesquisador da UFMT, Francisco Xavier, falando sobre a necessidade urgente de uma política pública de esporte e lazer.
Jê Fernandes – Secom/CMC