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Fachada da CMC
A Câmara de Cuiabá iniciou nesta quarta-feira (04) a realização de Audiências Públicas para discutir a Lei de Diretrizes Orçamentárias que estima a receita e despesa do Município para o ano de 2016.
A audiência foi presidida pelo vereador Oséas Machado (PSC) e contou com a presença do Secretário Municipal de Planejamento de Cuiabá, Guilherme Müller e outros secretários ligados a economia municipal. Müller apresentou o orçamento municipal para o próximo ano e tirou dúvidas aos questionamentos dos parlamentares e dos presentes. Lembrou que a previsão de receita para 2016 é de R$ 2, 157 bilhões. As demais audiências acontecerão nos próximos dias 11 deste mês e 02 do mês que vem.
Depois de aberta a audiência, o vereador Oséas Machado (PSC) lembrou da sua importância, dos investimentos que serão aplicados no ano que vem e que todos, de uma maneira ou outra, contribuam com a administração pública, embora “o horizonte, no momento, não revele positividade para o próximo ano, mas continuo pensando, positivamente”.
Já o secretário Guilherme Müller, do Planejamento, ao fazer a estimativa de receita para o ano que vem que é de R$ 2, 157 bilhões, embora o crescimento nominal seja zero em comparando com o orçamento de 2015, de 2,154 bilhões, garante que o município já tem assegurado os recursos suficientes para executar os projetos e obras em andamento. Lembrou ainda o secretário que o valor mostra uma queda orçamentária de 9,5%, mesmo descontando a inflação. Müller lembrou que nos setores da saúde, educação e infraestrutura continuam sendo prioridades no próximo ano.
Já o Secretário de Fazenda, Pascoal Santullo Neto, que também usou da tribuna para fazer esclarecimentos a respeito da LDO 2016, voltou a declarar que “o ano que vem será um ano complicado, com crescimento nominal zero em relação ao orçamento de 2015, conforme consta na Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2016.
Esclarece ainda o secretário que a estimativa da receita para o próximo ano é de R$ 2,157 bilhões, enquanto neste ano foi de R$ 2,154 bilhões. “Se não conseguirmos incrementar, vamos ter um primeiro semestre de 2016 muito difícil. Mas acredito que vamos conseguir. Espero que essa crise passe o mais rápido possível”, concluiu.
Jê Fernandes – Secom/CMC
A audiência foi presidida pelo vereador Oséas Machado (PSC) e contou com a presença do Secretário Municipal de Planejamento de Cuiabá, Guilherme Müller e outros secretários ligados a economia municipal. Müller apresentou o orçamento municipal para o próximo ano e tirou dúvidas aos questionamentos dos parlamentares e dos presentes. Lembrou que a previsão de receita para 2016 é de R$ 2, 157 bilhões. As demais audiências acontecerão nos próximos dias 11 deste mês e 02 do mês que vem.
Depois de aberta a audiência, o vereador Oséas Machado (PSC) lembrou da sua importância, dos investimentos que serão aplicados no ano que vem e que todos, de uma maneira ou outra, contribuam com a administração pública, embora “o horizonte, no momento, não revele positividade para o próximo ano, mas continuo pensando, positivamente”.
Já o secretário Guilherme Müller, do Planejamento, ao fazer a estimativa de receita para o ano que vem que é de R$ 2, 157 bilhões, embora o crescimento nominal seja zero em comparando com o orçamento de 2015, de 2,154 bilhões, garante que o município já tem assegurado os recursos suficientes para executar os projetos e obras em andamento. Lembrou ainda o secretário que o valor mostra uma queda orçamentária de 9,5%, mesmo descontando a inflação. Müller lembrou que nos setores da saúde, educação e infraestrutura continuam sendo prioridades no próximo ano.
Já o Secretário de Fazenda, Pascoal Santullo Neto, que também usou da tribuna para fazer esclarecimentos a respeito da LDO 2016, voltou a declarar que “o ano que vem será um ano complicado, com crescimento nominal zero em relação ao orçamento de 2015, conforme consta na Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2016.
Esclarece ainda o secretário que a estimativa da receita para o próximo ano é de R$ 2,157 bilhões, enquanto neste ano foi de R$ 2,154 bilhões. “Se não conseguirmos incrementar, vamos ter um primeiro semestre de 2016 muito difícil. Mas acredito que vamos conseguir. Espero que essa crise passe o mais rápido possível”, concluiu.
Jê Fernandes – Secom/CMC