Arnaldo Penha reapresenta projeto que institui o Campeonato Peladão no Calendário Municipal

Após polêmica aberta durante a sessão onde os parlamentares debateram algumas regras do “Peladão” , Campeonato de Futebol Amador que acontece a seis anos consecutivos , tendo a durabilidade de aproximadamente oito meses, encerrando no mês de abril durante o período em que comemora-se o aniversário de Cuiabá. O Vereador Arnaldo Penha (PMDB) reapresentou projeto de lei a Câmara Municipal onde institui de forma fixa o evento no calendário esportivo do município.

“Apresentei este projeto em novembro de 2010 e estou reapresentando novamente a esta casa de lei com algumas reformulações”, explica o peemedebista.

A proposta principal do PL é fixação e o apoio permanente do município ao campeonato e que ele seja voltado especificamente para nossa capital, fica por tanto vetado à participação de atletas profissionais, uma vez que é direcionado para a categoria do futebol amador.

Outro ponto que o projeto aponta é referente à classificação dos times participantes que devera ser definida somente através do resultado dos jogos e não vinculada ao concurso de beleza. Garota Peladão, que acontece hoje em parceria com o campeonato.

“Fica totalmente fora da realidade esportiva atrelar a classificação de um concurso de beleza aos resultados de um campeonato de esporte, como vem ocorrendo hoje. A miss vencedora da direito ao time que representa , ser classificado para as eliminatória finais do campeonato, tirando a oportunidades de quem realmente está jogando” , comenta indignado o vereador  Toninho de Souza (PDT).

O autor do projeto acredita que uma vez a Lei instituída com normativas claras e justas irá facilitar ao município gerir o campeonato e assegura a comunidade e aos atletas amadores o apoio necessário para realização e participação dos interessados no evento. “É de suma importância que esse projeto de lei seja aprovado antes mesmo da autorização de definição do prêmio, porque não se pode começar a ‘casa pelo telhado’, já que se trata de dinheiro público e há de ser respeitado”, Pontua o 1º vice-presidente da Câmara Municipal.

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