Secom CâmaraCbá/Fablício Rodrigues
Vereadores em Sessão Plenária
Embora as sessões extraordinárias tenham sido adiadas por cinco vezes, finalmente na noite desta segunda-feira (29) os vereadores aprovaram a Lei Orçamentária Anual (LOA). O projeto teve 23 emendas aprovadas, das 26 apresentadas pelos parlamentares. O município terá no próximo ano, um montante de R$ 1. 041 bilhão que será aplicado nas secretarias de Saúde, Educação, Infra-estrutura, entre outros do município, como: Sanecap, Ouvidoria Geral e Conselhos de defesa de idosos e deficientes. A justificativa para a demora na aprovação da lei teve início ainda em novembro, quando o projeto original do Executivo, que já estava no Legislativo, teve de retornar para alterações do texto. O montante aprovado ficou, em média, R$ 50 milhões abaixo do previsto na proposta original, o que, segundo o secretário de finanças, Guilherme Müller, seria suficiente para a construção de um hospital, completamente equipado ou uma vez e meia, a obra de construção da Avenida das Torres. Entre as emendas apresentadas, as mais polêmicas e, que por fim tornou-se uma apenas, são de autoria dos vereadores Lúdio Cabral (PT) e Francisco Vuolo (PR), mas ambas com o mesmo teor de estimativa de receita e fixação de despesas, com créditos adicionais suplementares até o limite de 5%. Mas, a emenda não foi aprovada. Outra emenda diz respeito também a recursos para creches filantrópicas.